Chega o Natal. Eu não consigo pensar em Natal e não sentir aquele espírito de união e saudade.
Já se vão dois Natais longe de minha família e aqui na casa de Arroios.
Tanto no quarto 1º quanto nos outros 5 se sentirá essa saudade de quem se deixou no Brasil.
Os parentes que farão a ceia, a família de Dn. Morena e Mateus que se reparte entre o Brasil e a Austria, a da Larissa, Geiza e Tati que declina-se entre Minas e Santa Catarina, a do Élcio que estará em São Paulo, a minha no Maranhão..Ah, que sorte minha amiga Paty terá de chegar a Minas e encontrar o Papai Noél.
Enquanto isso ficamos nós, com o Pai Natal que nunca chegará nessa casa, não por que somos Brasileiros, mas a casa estará vazia.
Eu que no ano passado teria a Marize do meu Mará, naquela igreja sonolenta, agora fico na frustração de esperar uma céia acabar para encontrar alguém.
Os outros moradores devem se esconder nos seus trabalhos, a procura de que os portugas acabem a sua ceia e possam regressar a sua casa.
Aqui o meu, e os outros Portugas estarão com suas famílias. Não se há constume de juntar nada, apesar de duas alunas tão queridas terem me chamado para ficar com elas e rezar ao incío da noite.
Na casa de Arroios a pequena árvore que já brilha espera os olhos atenciosos daqueles que como eu, brilharão de água quando lembrarem de como viram felicidade em sua família a dar boas vindas ao menino Jesus!
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